“Há tanta coisa que quero dizer para você,mas não tenho certeza por onde devo começar. Devo começar dizendo que te amo? Ou que os dias que passei com você foram os mais felizes da minha vida? Ou que, no curto espaço de tempo que nos conhecemos, passei a acreditar que fomos feitos um para o outro? Poderia dizer todas essas coisas e tudo seria verdade, mas, enquanto releio essas palavras a única coisa que passa pela minha cabeça é que queria estar com você agora, segurando sua mão e olhando seu sorriso efusivo. No futuro, sei que vou reviver o tempo que passamos juntos mil vezes. Vou ouvir seu riso, ver seu rosto e sentir seus braços em torno de mim. Vou sentir falta de tudo isso, mais do que você pode imaginar."
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Vem, senta aqui. Posso não ser a melhor companhia, nem saber as palavras certas, mas te ofereço o meu ombro. Podes recostar-se aqui, meu amigo. Vai, conte-me o que te afliges, prometo escutá-lo. Talvez seja isso que lhe falte: alguém que o escute. Isso não deveria atormentá-lo. Vem, olha a imensidão, olha aquele fim que, na verdade, não é fim coisa alguma. Deixa que esse vento leve suas angústias. Vou ajudá-lo a procurar o que lhe falta para que nesses lábios, hoje lineares, acenda um sorriso. Dei-me sua mão e, juntos, seguiremos, lado a lado.
domingo, 17 de abril de 2011
Revirando um sentimento adormecido.
Júlia era aquele tipo de menina que, de um simples acontecimento, idealiza uma vida. Certa vez, conheceu um garoto, estranho, calado, mas que a agradava. E foi logo sonhando mil e uma coisas, sem saber dosar esses pensamentos. E, claro, as coisas não tomaram o rumo que ela queria.
A menina ficou decepcionada com o rapaz, pois, quando ela achava que, finalmente, havia conhecido um menino diferente, viu que não passava de uma ilusão.
Passaram-se dias, semanas, meses e parecia que aquele rapaz já não invadia mais os pensamentos de Júlia. Ela já não se via mais pensando nele com a mesma frequência. É, parecia que ela já o havia esquecido. Parecia, apenas. Ela só tinha adormecido um sentimento.
Caio, esse era o nome do rapaz, ressurgiu na vida de Júlia. Começou com conversinhas nas redes sociais, mensagens, repentinos encontros e..Júlia já estava totalmente envolvida novamente.
Começou, então, um conflito, pois, ao mesmo tempo que sabia que não deveria ter mais nada com o rapaz, seu coração batia de forma diferente ao vê-lo. E agora?
A menina ficou decepcionada com o rapaz, pois, quando ela achava que, finalmente, havia conhecido um menino diferente, viu que não passava de uma ilusão.
Passaram-se dias, semanas, meses e parecia que aquele rapaz já não invadia mais os pensamentos de Júlia. Ela já não se via mais pensando nele com a mesma frequência. É, parecia que ela já o havia esquecido. Parecia, apenas. Ela só tinha adormecido um sentimento.
Caio, esse era o nome do rapaz, ressurgiu na vida de Júlia. Começou com conversinhas nas redes sociais, mensagens, repentinos encontros e..Júlia já estava totalmente envolvida novamente.
Começou, então, um conflito, pois, ao mesmo tempo que sabia que não deveria ter mais nada com o rapaz, seu coração batia de forma diferente ao vê-lo. E agora?
segunda-feira, 11 de abril de 2011
O conformismo, um grande problema social.
Quando você pensa que a sociedade já praticou os atos mais cruéis possíveis, vem mais um para surpreendê-lo. Como é possível haver tanta frieza? Não eram pedaços de carne, e sim vidas. Crianças que idealizavam inúmeros fatos para o futuro. Estudar, casar, formar-se, trabalhar, ter filhos, viajar, sorrir e...ser feliz! Porém, nada disso irá acontecer, pois tiveram a vida ceifada. O sorriso não habitará mais seu rostinho; seus olhos não irão ter mais aquele brilho -inocente e desejoso de conhecer-; sua mente não estará repleta de planos, mas vazia. O acontecimento domina os noticiários, a população se comove, mas, em breve, será mais um fato esquecido, como muitos outros. Não se pode mais olhar com indiferença para o que acontece ao nosso redor. Não podemos achar normal a fome e a miséria que assolam uma grande parte da população. Seja a diferença e busque transformar- não todo o mundo, pois ninguém é ingênuo de considerar uma transformação de tal dimensão possível para um único indivíduo-, mas modifique o que está à sua volta. Que todos percebam algo diferente e vejam boas intenções em seus atos.Caso isso não ocorra, pode se acostumar a assistir aos mais tristes e cruéis fatos pelos noticiários, banalizando, assim, a existência humana.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O futuro incerto da jovem Clara.
Mais um dia, e a jovem Clara se preparava para uma nova e longa jornada. Mesmo com o corpo implorando por mais algumas horas de sono, ela se levantou, tomou aquele banho gelado, para vê se despertava logo, se vestiu e foi à luta. Sim, à luta! Era assim que a jovem se referia ao seu dia, e ,se pararmos para pensar, faz pleno sentido.
Foi ao encontro do pai, que já a aguardava para conduzí-la ao colégio. Aquele ambiente gerava medo em Clara, e os motivos são fáceis. Era uma contagem regressiva para o vestibular. Para alguns, poderia ser encarado como um alívio, pois, finalmente, estariam estudando aquilo que gostavam e que sempre sonharam. Porém, para Clara não era assim. Ela ainda não sabia o que queria para o seu futuro. Tinhas algumas ideias, alguns possíveis cursos, mas nem essas opções lhe confortavam.
E os dias, foram passando, passando, e a distância do tão temido vestibular encurtava. Ela já havia decidido. Estudaria demasiadamente, dedicando cada minuto do seu dia para a futura aprovação, que geraria orgulho e alegria no rostinho dos pais. Essa, talvez, fosse a sua maior motivação.
Enquanto o motivo de tanto estudo não chegava, ela ia vivendo essa vida um pouco repetitiva, mas, como ela mesmo dizia: "Um cansaço passsageiro, que traria alegria e alívio".
Outra grande motivação de Clara era pensar no ambiente da faculdade, nas futuras amizades, nas formas diferentes de estudar. Tudo aquilo gerava empolgação na menina. Ela aprenderia a amar o que decidisse fazer, já que não tinha nada em mente. A sua indecisão, vendo por outro ângulo, era algo positivo, pois garantiam um leque de opções de cursos.
Foi ao encontro do pai, que já a aguardava para conduzí-la ao colégio. Aquele ambiente gerava medo em Clara, e os motivos são fáceis. Era uma contagem regressiva para o vestibular. Para alguns, poderia ser encarado como um alívio, pois, finalmente, estariam estudando aquilo que gostavam e que sempre sonharam. Porém, para Clara não era assim. Ela ainda não sabia o que queria para o seu futuro. Tinhas algumas ideias, alguns possíveis cursos, mas nem essas opções lhe confortavam.
E os dias, foram passando, passando, e a distância do tão temido vestibular encurtava. Ela já havia decidido. Estudaria demasiadamente, dedicando cada minuto do seu dia para a futura aprovação, que geraria orgulho e alegria no rostinho dos pais. Essa, talvez, fosse a sua maior motivação.
Enquanto o motivo de tanto estudo não chegava, ela ia vivendo essa vida um pouco repetitiva, mas, como ela mesmo dizia: "Um cansaço passsageiro, que traria alegria e alívio".
Outra grande motivação de Clara era pensar no ambiente da faculdade, nas futuras amizades, nas formas diferentes de estudar. Tudo aquilo gerava empolgação na menina. Ela aprenderia a amar o que decidisse fazer, já que não tinha nada em mente. A sua indecisão, vendo por outro ângulo, era algo positivo, pois garantiam um leque de opções de cursos.
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