quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A gente se acostuma a levantar cedo, quase de um susto, quando começar a ressoar o som estridente do despertador. A gente se acostuma a comer enquanto anda, sem apreciar direito o sabor. A gente se acostuma a sair de casa em cima da hora, travando uma verdadeira luta contra o relógio, aborrecendo-se com qualquer coisa/pessoa que surja no nosso caminho.
A gente se acostuma a ver, na televisão e nos jornais, notícias sobre guerras, assaltos, mortes. A gente se acostuma com o fato de se tratar pessoas apenas como números, esquecendo-se de seu rosto, de seus sentimentos, de seus sonhos, de sua família. A gente se acostuma tanto com isso que passa a achar normal, sensibilizando-se com a dor por um curto espaço de tempo, porque, logo em breve, um novo fato vai ganhar as cenas.
A gente se acostuma à correria do dia a dia, passando a fazer tudo no modo automático, deixando de viver os momentos. A gente se acostuma a, ao final do dia, colocar a cabeça no travesseiro e desejar: "Queria mais dias pra viver e fazer tantas coisas que planejei e acabei deixando pelo caminho!". Por que, então, não fazemos o contrário? Deveríamos desejar mais vida nos nossos dias e não mais dias em nossas vidas.
A gente se acostuma a olhar o outro muito rápido, julgando-o e ficando com os nossos paradigmas. A gente se acostuma a dar "uma segunda chance", que não tem nada de chance, porque ela já vem com aquele "pé atrás", esperando só um deslize do outro pra querer fazer o mundo desabar.
A gente se acostuma a sorrir forçadamente. A gente se acostuma a ser individualista. A gente se acostuma a querer ser a mocinha da história, sempre colocando a responsabilidade dos nossos erros em alguém.
A gente se acostuma a deixar nossos sonhos pra depois. A gente se acostuma a achar que aquelas vontades antigas não são nada mais que bobagens da infância. A gente se acostuma a ser rígidos demais
com nós mesmos, não permitindo uma brechinha ao descanso e à fuga da rotina.
A gente se acostuma a tirar o brilho do dia, com a nossa cara fechada, nossa posição de sofrida, nosso mundo com inúmeros problemas. A gente se acostuma a esquecer o poder de um sorriso sincero. A gente se acostuma a fugir das nossas responsabilidades sociais.
A gente se acostumou a andar sozinho, a dar passos em falso, simplesmente, por não admitir a imensa vontade de segurar a mão, de segurar aquela mão. A gente se acostumou a achar que era bom sozinho.
A gente se acostumou a fazer dos momentos felizes quadros emoldurados cheios de pó, espalhados pela casa.
A gente se acostumou a deixar que a neve encubra a beleza da flor, que a cara ranzinza esconda a beleza do coração, que as palavras duras apaguem relações preciosas, que atos impulsivos no façam perder nossos amores.
Bem que poderíamos ter nos acostumado com o amor, a alegria, os sorrisos, as gentilezas, a sinceridade. Também poderíamos ter nos acostumado a abrir a porta; segurar a mão; compartilhar o guarda-chuva; ceder o lugar ao mais velho; oferecer ajuda àquela pessoa destrambelhada que acabou de derrubar tudo.
A gente se acostuma a ver, na televisão e nos jornais, notícias sobre guerras, assaltos, mortes. A gente se acostuma com o fato de se tratar pessoas apenas como números, esquecendo-se de seu rosto, de seus sentimentos, de seus sonhos, de sua família. A gente se acostuma tanto com isso que passa a achar normal, sensibilizando-se com a dor por um curto espaço de tempo, porque, logo em breve, um novo fato vai ganhar as cenas.
A gente se acostuma à correria do dia a dia, passando a fazer tudo no modo automático, deixando de viver os momentos. A gente se acostuma a, ao final do dia, colocar a cabeça no travesseiro e desejar: "Queria mais dias pra viver e fazer tantas coisas que planejei e acabei deixando pelo caminho!". Por que, então, não fazemos o contrário? Deveríamos desejar mais vida nos nossos dias e não mais dias em nossas vidas.
A gente se acostuma a olhar o outro muito rápido, julgando-o e ficando com os nossos paradigmas. A gente se acostuma a dar "uma segunda chance", que não tem nada de chance, porque ela já vem com aquele "pé atrás", esperando só um deslize do outro pra querer fazer o mundo desabar.
A gente se acostuma a sorrir forçadamente. A gente se acostuma a ser individualista. A gente se acostuma a querer ser a mocinha da história, sempre colocando a responsabilidade dos nossos erros em alguém.
A gente se acostuma a deixar nossos sonhos pra depois. A gente se acostuma a achar que aquelas vontades antigas não são nada mais que bobagens da infância. A gente se acostuma a ser rígidos demais
com nós mesmos, não permitindo uma brechinha ao descanso e à fuga da rotina.
A gente se acostuma a tirar o brilho do dia, com a nossa cara fechada, nossa posição de sofrida, nosso mundo com inúmeros problemas. A gente se acostuma a esquecer o poder de um sorriso sincero. A gente se acostuma a fugir das nossas responsabilidades sociais.
A gente se acostumou a andar sozinho, a dar passos em falso, simplesmente, por não admitir a imensa vontade de segurar a mão, de segurar aquela mão. A gente se acostumou a achar que era bom sozinho.
A gente se acostumou a fazer dos momentos felizes quadros emoldurados cheios de pó, espalhados pela casa.
A gente se acostumou a deixar que a neve encubra a beleza da flor, que a cara ranzinza esconda a beleza do coração, que as palavras duras apaguem relações preciosas, que atos impulsivos no façam perder nossos amores.
Bem que poderíamos ter nos acostumado com o amor, a alegria, os sorrisos, as gentilezas, a sinceridade. Também poderíamos ter nos acostumado a abrir a porta; segurar a mão; compartilhar o guarda-chuva; ceder o lugar ao mais velho; oferecer ajuda àquela pessoa destrambelhada que acabou de derrubar tudo.
domingo, 1 de setembro de 2013
Enquanto Você estiver do outro lado, sei que estou segura.
Enquanto Seus braços estiverem abertos à espera da conclusão dos meus passos incertos, sei que posso continuar caminhando tranquila.
Enquanto Sua voz for minha fortaleza, meu coração pode repousar.
Enquanto Sua presença for real em minha vida, sei que possuo o maior tesouro.
Enquanto habitares em mim, não sou mais eu, mas um amor bem maior que coordena tudo.
Enquanto minha confiança estiver em Ti, nada me abalará, pois sei que vens em meu auxílio.
Enquanto Seus olhos me fitarem, caminharei por entre as flores, mesmo sabendo que existem espinhos, pois Sua luz me dá coragem e forças.
Enquanto eu estiver em Você, vou quase voar, vou sorrir, vou esperar, vou confiar, vou sonhar, vou acreditar, vou realizar, sempre sabendo que tudo passa por Ti.
Enquanto Seus braços estiverem abertos à espera da conclusão dos meus passos incertos, sei que posso continuar caminhando tranquila.
Enquanto Sua voz for minha fortaleza, meu coração pode repousar.
Enquanto Sua presença for real em minha vida, sei que possuo o maior tesouro.
Enquanto habitares em mim, não sou mais eu, mas um amor bem maior que coordena tudo.
Enquanto minha confiança estiver em Ti, nada me abalará, pois sei que vens em meu auxílio.
Enquanto Seus olhos me fitarem, caminharei por entre as flores, mesmo sabendo que existem espinhos, pois Sua luz me dá coragem e forças.
Enquanto eu estiver em Você, vou quase voar, vou sorrir, vou esperar, vou confiar, vou sonhar, vou acreditar, vou realizar, sempre sabendo que tudo passa por Ti.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Era tudo tão cinzento, sem brilho, sem esperança. Percebi que já não era a mesma. Havia me perdido no tempo e, em alguma das curvas da vida, havia deixado uma parte muito boa da minha vida pelo caminho. Comecei então a sentir saudade, muita saudade de mim, daquela menininha determinada, sonhadora, risonha.. Por que isso se perdeu? Sempre achei que, com o tempo, tornávamo-nos mais maduros e atentos a tudo, mas percebi que não. Com a correria dos dias, esquecemo-nos de nós. Que absurdo, não é mesmo? Se não for você a se lembrar de si, quem lembrará? Então, entendi que era hora de me fechar para balanço, entender o que se passou em mim e, finalmente, encontrar-me. Sei que não podemos ser tudo sempre, mas é possível ser o melhor que dá, darmos o melhor que há em nós. O tempo não parará para esperar que aprendamos a caminhar e a viver.
Não me peça pra ser assim como você deseja, pois eu não serei. Tenho esse meu jeito diferente; meus sonhos que parecem impossíveis, mas se fossem previsíveis não seriam meus; minha mania compulsiva de tudo no lugar; um verdadeiro imã que atrai minhas mãos aos cabelos, alinhando-os e desalinhando-se de maneira engraçada. Tenho um coração difícil, um tanto quanto indecifrável, que nem eu mesma entendo. Mas uma coisa eu aprendi: não posso obrigá-lo a nada. Ele anda conduzindo muita coisa na minha vida, e, agora, resolveu me levar para momentos de escolhas. Chegou a hora de escolher-me. Resolvi tirar a poeira das palavras amor próprio e fazê-la ressurgir com tudo no meu cotidiano. É hora de voar!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
"Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem."
Caio F. Abreu
Caio F. Abreu
terça-feira, 28 de maio de 2013
Estou tentando me aproximar de tudo aquilo que me faz bem. Primeiramente, do Céu, procurando a paz e a esperança de dias melhores. Do mimo de Deus na minha vida, minha família, afago e proteção. Dos amigos verdadeiros, com quem sei que posso sorrir livre e levemente, sem formalidades. De boas leituras, que me levam muito longe em segundos.
Chega de coração pesado; pessoas que apedrejam com palavras e atos; caras fechadas; pessoas que me olham muito rápido e já acham que sabem tudo de mim.
Fim de tarde, só eu, meus pensamentos e muita paz. Um ventinho suave acariciou meu rosto e deixou um recadinho: "Calma, querida! A vida é um presente. Sem desesperos e mente congestionada de pensamentos que não levam a nada. Busque sua felicidade, mesmo quando tudo parece difícil e distante. A diferença é que você é muito mais forte do que parece e acha."
Sabe aquele café, às vezes amargo, que você adora? Por vezes, precisa-se acrescentar açúcar pra ficar ainda mais gostoso. Que açúcar precisa ser adicionado a sua vida?
Chega de coração pesado; pessoas que apedrejam com palavras e atos; caras fechadas; pessoas que me olham muito rápido e já acham que sabem tudo de mim.
Fim de tarde, só eu, meus pensamentos e muita paz. Um ventinho suave acariciou meu rosto e deixou um recadinho: "Calma, querida! A vida é um presente. Sem desesperos e mente congestionada de pensamentos que não levam a nada. Busque sua felicidade, mesmo quando tudo parece difícil e distante. A diferença é que você é muito mais forte do que parece e acha."
Sabe aquele café, às vezes amargo, que você adora? Por vezes, precisa-se acrescentar açúcar pra ficar ainda mais gostoso. Que açúcar precisa ser adicionado a sua vida?
terça-feira, 23 de abril de 2013
Doce esperança acorrentada pelo tempo
Impetuoso desejo de sentir aquela terra branca tocar meus pés, massagenando-os
Que o Sol possa aquecer tanto meu corpo quanto meu coração
Pemaneço vislumbrando novos caminhos
Ah, se soubesses quantos anseios trago aqui dentro!
Como poderia viver sem eles?
Meu corpo não descansa nem quando deito
Minha cabeça está além, muito além daqui
De tudo limitado, de tudo muito calculado..
Que os pássaros, livres e leves, possam inspirá-los também
Bom mesmo é sonhar e ter pessoas para amarTem gente que nem precisa estar tão perto, no cotidiano
Mas meu coração consegue reconhecer que é amigo
Como já dizia Vinícuis de Moraes: "A gente não faz amigos, reconhece-os"
Pois é desses amigos que eu estou falando
Não de vultos nas alegrias
Dificuldades existem sempre
Porém saiba que os bons ventos sempre chegam
Aguardá-los e conquistá-los é uma dádiva que poucos alcançamE meu amor, todo amor, vou plantando
Regando e colhendo
Para gerar encanto
Nesse mundo atrapalhado e desregrado
Continuo a caminharUm dia eu chego lá
Ao mais alto lugar
Onde poderei, finalmente, voar!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Muito me entristece ver quantas pessoas querem comparar Bento XVI a João Paulo II. No entanto, é preciso compreender a individualidade e, principalmente, a santidade de cada um. Dois grandes papas que ensinaram bastante à humanidade e tiveram um olhar todo especial para a juventude.
Nesse instante, é fundamental voltarmo-nos à oração, intercedendo, sem cessar, por Bento XVI, e já entregando o seu sucessor.
Enquanto muitos estão por aí, na folia, curtindo o carnaval, estou aqui, com um coração sereno e apaixonado pela Igreja e pelo Papa. Que alegria saber que descobri a Cristo tão cedo e tenho toda uma vida para gozar de tal felicidade.
Obrigada, Bento XVI, por esses anos a frente da Igreja Católica, por tamanho amor à juventude, pelo Youcat, instrumento que me ajuda a conhecer mais da doutrina.
Nunca vou esquecer de um momento, em 2012, em que milhares de pessoas se reuniram na Praia de Iracema, na acolhida do Ícone de Nossa Senhora e a cruz peregrina, presentes de João Paulo II aos jovens, e cantamos, com todo o nosso amor: "Ô Ô Ô Somos sua juventude, Benditctus!
"Obrigado, meu Deus, pelo amor ao Papa que puseste em meu coração."
São Josemaria Escrivá.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Como era fácil quando minhas únicas preocupações eram fazer a tarefinha de casa, ver tv, decidir a próxima brincadeira e, em situações mais extremas, escolher, em uma loja de doces que faziam meus olhos saltitarem, qual gostaria de degustar. É, meu caro, com o tempo, a estrada vai passando por reformas, podendo ou não serem benéficas. Certas vezes, a via deixa de ser mão dupla para se tornar única; ora está repleta de buracos, exigindo de você habilidade e paciência para vencê-los; ora está em obras, fazendo que você mude de rumo; em outros momentos, está como um tapete, permitindo que você acelere e chegue rapidamente a meta. Mas, lembre-se, independente de como está a estrada, você deve permancer nela, juntamente com sua essência e seus valores. Esqueça os atalhos que parecem fáceis e rápidos, porque podem ser perigosos e, talvez, você não consiga mais voltar a pista principal. Você pode acelerar, reduzir, mas nunca pare. Não deixe que adversidades o façam desviar de seu foco, de seus sonhos. Alguns dizem que é bobagem, que você é ingênuo, imaturo, criança e usam todos aqueles outros adjetivos, utilizados por pessoas marcadas pelo tempo e frustadas, para definir alguém sonhador. Saiba que não vai ser fácil ser você até o fim, mas não é impossível. Boa jornada! Encontramo-nos por aí, em alguma esquina, ponte...em qualquer estrada.
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